Recebemos do Ministério das cidades a indicação da página com os programas e investimentos em mobilidade urbana previstos para o Brasil com horizonte na Copa de 2014. Entre os destaques está o Pac2 – Mobilidade em Grandes cidades, que prevê investimento máximo de 2,4 bilhões para regiões metropolitanas maiores que 3 milhões de habitantes.
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| Critérios de enquadramento de propostas para o PAC Mobilidade Urbana Grandes Cidade |
- Melhoria da Infraestrutura do sistema de transporte público coletivo urbano;
- Implantação de Infraestrutura de sistema de transporte público coletivo urbano;
- Equipamentos visando integração, controle e modernização dos sistemas de transportes públicos coletivos.
O resultado dos projetos selecionados e cidades contempladas está previsto para ser divulgado dia 30 de Novembro de 2011.
Já o PAC-COPA, muito divulgado em diversos meios de comunicação, conta com um investimento total de 11,89 bilhões de reais sumarizados no quadro abaixo:
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| Síntese dos investimentos de Mobilidade Urbana Copa 2014 |
Um caso específico chamou a atenção: Belo Horizonte que montou uma estrutura baseada em BRT dividindo o fluxo para o vetor do estádio em duas rotas teve uma de suas obras cancelada: BRT Pedro II / Carlos Luz.
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| Eixos de intervenção PAC - COPA / Belo Horizonte |
Segundo a prefeitura os cálculos de desapropriação foram subestimados cancelando a obra e repassando seu recurso para o BRT da Antonio Carlos, também com déficit de verba.
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Plano de Gastos BRT Pedro II
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Neste caso especifico então, é preciso que o ministério das cidades cobre junto à cidade de Belo Horizonte uma solução efetiva ao problema gerado. Com o cancelamento da linha a demanda do BRT Antonio Carlos ficará sobrecarregada alem do próprio trafego de passagem desta ser psicologicamente, parte, alterado para a Pedro II.
O objetivo do Blog nunca foi criticar mas apontar soluções e mostrar boas práticas de gestão e operação que tragam maior tranquilidade e não pressão às cidades sedes. No caso então, seria uma boa hora para operacionalizar um esquema de Park&walk com bolsões de estacionamentos regionalizados com transporte fretados controlados pela Gestora de Transporte e Trânsito. Lembrar o caso da Alemanha onde torcedores resolveram ir a pé onde existia transporte planejado é sempre fundamental para se entender que o evento trabalhará com alternativas e probabilidades. O fim será sempre as festas e confraternização, o meio, o deslocamento, deve ser preocupação do poder público.
No próximo post a Palestra de Lusanda Makidizela diretora do Departamento Nacional de Mobilidade da África do Sul durante a Copa de 2010.





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